quinta-feira, fevereiro 07, 2008

ENCONTRO INFÂNCIA50 - BH-2008

Dizem que a propaganda é a alma do negócio. Esqueceram de dizer que a surpresa dá um tempero maravilhoso.

A minha ida a Belo Horizonte só foi decidida no dia 26 de janeiro. A intenção era pegar todo mundo de surpresa. Mas, aí, vem a Teca me dizer, em PVT, que havia esquecido de enviar meu presente (gravuras), e o faria após sua volta do encontro. Não achei justo ela gastar com postagem, quando poderia me entregar pessoalmente, e resolvi abrir o jogo com ela, pedindo que não contasse a ninguém. Adiantou? E mais uma – Margot – não teve a oportunidade de ter a surpresa que tiveram Janda, Juçara e, principalmente, Gegena e Beré.

Graças a um amigo, a quem fiz o favor de levar uma encomenda, fiquei sabendo de que existia um serviço de ônibus (Conexão Aeroporto) que me levou ao centro, onde peguei um táxi até o hotel, onde iria aguardar a galera de Juiz de Fora, que já estava nas compras. Nem foi preciso. Durante o check-in, me aparece a Teça e foi aquele abraço. Logo depois, vindos da garagem, o resto da galera. Bom rever amigos queridos como Margot e José Roberto, e conhecer o casal Marcus/Teca, filha Juliana (linda, linda, tímida, tímida) e o outro casal amigo deles, Maria Inês e José Márcio, também muito simpáticos.

Margot, eu, Teca, Maria Inês e Juliana

Aliás, quem quiser se hospedar em Belo Horizonte, não deixe de fazê-lo no Mercure Apartaments LifeCenter Flat, na Serra. Um **** excelente, em todos os sentidos. Moderníssimo, me fez sentir, em alguns momentos, uma pessoa obsoleta, sem experiência alguma em hotéis modernos (abertura de porta com cartão, controle de eletricidade do quarto com o mesmo cartão, chuveiro com controle de temperatura na própria torneira). O café da manhã não poderia ser melhor, tal a variedade oferecida.

Mal deu tempo de desfazer a mala. Fomos todos pra casa da Janda, que nos aguardava com seus salgadinhos. Na portaria, percebi alguém e vi que era a Juçara. Só que ela pensou que eu fosse a Leley... pooode?!?!

Subimos, e eu entrei, por último, no belo, confortável e bem-decorado apartamento da Janda, cantando “Singin’ in the Rain” (depois conto o motivo). Tive a impressão de que ela demorou um pouco a me reconhecer ...

Pensei que fôssemos encontrar lá, já nos esperando, a Gegena e a Beré, pois estávamos bastante atrasados. E até que foi melhor assim. Quando elas chegaram, fui eu que abri a porta, causando-lhes uma verdadeira surpresa.

Recebendo abraço da amiga Beré, feliz com minha presença no Encontro

Recebendo e abraçando a supresa Gegena.

Eca, Janda, Gegena, Beré, Juçara, Margot e eu.

Janda, Margot, Maria Inês e eu.

Juçara e Janda (BH), Teca e Margot (Juiz de Fora)

Juçara, Beré e Monia (filha da Juçara).


Tiramos muitas fotos, trocamos presentes e rimos muito com Janda e Antonio. Sinceramente, achei que fosse encontrar uma Janda mais desgastada. Todavia, encontrei uma mulher alta, firme e esbelta. Tinha, sim, muitas cocerinhas. Mas pra mim isso não é novidade, pois também, de vez em quando, provoco algumas feridinhas de tanto me espremer e coçar. Agora, aqui entre nós, e que ninguém nos ouça: para quem não pode fazer nada, devido a uma séria e comprovada doença do coração, a Janda pinta e borda. Tentando imitar os movimentos de uma amiga, que flexionava os joelhos até bem perto do chão, Janda deu um show de habilidade física, que nos deixou boquiabertos. Eu não faço tais movimentos nem a pau.

Quanto aos comes-e-bebes, os vinhos do Antonio voltaram a fazer sucesso, assim como os famosos salgadinhos que a Janda encomenda sempre. Mas a mistura de berinjela que a Juçara levou foi o must da noite. Deliciosa.

A pasta de berinjela que a Ju levou.

Salgadinhos famosos da Janda.

Sobremesa que a Beré levou... hummmm.

Levei um cachorrinho de pelúcia, vestido como o personagem do filme “Cantando na Chuva”: com direito à bengala e capa de chuva vermelha. Bastava apertar-lhe a patinha que ele cantava e dançava ao ritmo da famosa música, mexendo o pezinho.

A simpática e sorridente Juçara foi acompanhada da simpática Monia, sua filha. E ai de mim se a fotografasse com seus óculos: era trabalho dobrado.

Troca de presentes:

- Teça: móbiles de enfeites

- Margot: toucas de vovós e chocolate para Anna Eliza

- Beré: flores em crochê

- Anna Eliza (só pra a anfitriã): descanso de copo com ímã.

- Janda: agendas, agulhas, joguinho de linhas e botões, pratinho, cesta de palha, mini-cachecol.

Na manhã seguinte, fomos visitar a famosa feira de Belô. Foi percorrida de cabo a rabo.

O almoço no Minas II, debaixo de um toró, foi sugerido e devidamente reservado por nossa Janda. Comida excelente. Além da belíssima vista, o local é muito agradável. O buffet self-service estava verdadeiramente divino. Pena que o cansaço tomou conta de nossa amiga Janda, que não pôde comparecer, resguardando-se para o período da noite, quando fomos visitar a D. Mary, mãe da Gegena e Beré.

Beré, Gegena e eu.

Com Margot e José Roberto (amigos muito queridos).

Detalhe: ZR esteve em coma induzida no ano passado e está aí, cheio de vida.

A vista maravilhosa que se tem a partir do salão-restaurante do Minas II.

Lá na Rua Joanésia, fomos também muito bem recebidos pela D. Mary e filhas e conhecemos, finalmente, a gracinha que é a Adriana, neta da Juçara. Com apenas 2,8 anos, já dá um banho de inteligência e desenvoltura. Além disso, pudemos comprovar porque a Juçara gosta tanto do Jamil: uma simpatia de pessoa, com uma paciência e dedicação à neta de impressionar.

A Paulinha nos brindou com uma canção no violão e o Jamil mostrou seus dotes de pianista.

Na segunda-feira a galera de Juiz de Fora debandou e eu permaneci mais um dia. À noite, um pequeno encontro numa maravilhosa churrascaria: Olegário. Ai... que pizzas!!!!

Tudo de bom pra terminar nosso encontro.

Valeu, Gegena, Beré, Janda, Juçara, Teça, Margot (e respectivos maridos).


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