segunda-feira, fevereiro 25, 2008

NOVELA TIM CASA FLEX - CONTINUAÇÃO

Acredite se puder: a novela do TIM CASA FLEX continua. Após ganhar um novo chip, depois da constatação de que a linha escolhida anteriormente já possuía dono, esperei as tais 24 horas para habilitar a nova linha: 4126-1212... Conformada, aguardei o período, disquei *333... dam, dam, dam... o que ouço: - o serviço não foi ativado. Conclusão: ativaram somente o nº do celular (pra que mais um?) e o do fixo, continua desativado. Aí começa a buRRocracia, de mandar e-mail pra algum supervisor, esperar resposta, etc. e eu sem o serviço. Não resisti e me queixei à ANATEL - :( mais 5 dias úteis de espera. Salve-se quem puder.

É ROUBO, É ROUBO, É ROUBO

Falem o que quiserem falar, mas, mais uma vez, a arbitragem erra em favor do time do Flamengo. Já tá pegando na vista. Agora, expulsou um jogador do Botafogo, super injustamente, dando, de bandeja, condições do time rubro-negro sair vitorioso numa final. Foi tão vergonhoso, que nem a torcida do urubu comemorou com estardalhaço, aqui em Icaraí, o campeonato.

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

As coroas do Saque Certo: da esq. pra direita, Carmem, eu, Miris e Ângela, após a aula, aguardando o bolo de aniversário da Nice, Rejane e Kátia, alunas da turma das 9h30.



E o Fluminense ontem? Inaugurou a Libertadores de 2008, jogando contra a LDU, em Quito, a uma altura de mais de 2.000. Que jogo emocionante. Não sei se era o caso, mas acho que o sobrenatural do Almeida estava a postos na trave do Flu. Os equatorianos por pouco, muito pouco, não fizeram gol. O juiz nos roubou, ao não dar uma falta do goleiro da LDU, que saiu da área e encostou na bola com o braço esquerdo. O segundo tempo foi todo do Flu, mas não conseguimos fazer gol. 0 x 0. Graças a Deus eu estava crochetando, caso contrário, o coração iria explodir de tanta emoção. Agora pegaremos o Arsenal, páreo duro, mas no Rio de Janeiro.

TIM

Pensando em reduzir as despesas domésticas, no último dia 13, decidi aderir ao Plano Tim Casa Flex Pós-pago. Tinha um aparelho de celular antigo e, por R$ 15,00, adquiri um chip com o programa. Pediram 24 hrs para ativar a linha, que me daria direito a 200 minutos por mês e pagaria somente R$ 29,90. Passaram as 24, 36, 48 horas e nada. E eu reclamando, diariamente, na loja da Tim. - Mas porque vocês não me dão um novo chip?, perguntava eu. Cancelem a outra linha. - Não podemos, não podemos, não podemos, respondiam eles. Temos que primeiro saber a razão da não habilitação da linha. No último dia 19, falaram que tinham que mandar um e-mail pra central deles e que estariam aguardando resposta. Ontem liguei pra Anatel, aconselhada por um amigo. Pediram o número do protocolo do atendimento, para que a queixa pudesse ser efetivada. Quando cheguei hoje na loja, pedindo o número do protocolo, foi um auê... num instantinho todos os funcionários com a gerente, começaram a pensar e a ver o que poderia estar causando o problema. E acabaram por descobrir. Ao me oferecerem uma das linhas que estariam disponíveis pro meu telefone fixo, o sistema incluiu uma que já pertencia a outra pessoa e deu no que deu. Espero que amanhã, com o novo chip, eu consiga habilitar a linha nova: 4126-1212. Ahhh... incrivelmente, a Oi Telemar cancelou no próprio dia 13 a linha 2613-4795.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

"A não-violência não existe se apenas amamos aqueles que nos amam. Só há não-violência quando amamos aqueles que nos odeiam. Sei como é difícil assumir essa grande lei do amor. Mas todas as coisas grandes e boas não são difíceis de realizar? O amor a quem nos odeia é o mais difícil de tudo. Mas, com a graça de Deus, até mesmo essa coisa tão difícil se torna fácil de realizar, se assim queremos.”

(Gandhi)

domingo, fevereiro 17, 2008

Como já havia previsto, o Flamengo foi, mais uma vez, ajudado pelos adversários.

Nunca vi um pênalti tao mal cobrado como o Edmundo cobrou. É um animal mesmo.


sábado, fevereiro 16, 2008

Praticamente terminado o horário de verão (lastimável), acordarei amanhã com uma grande decepção com o time do Fluminense, que não honrou a camisa tricolor no jogo de hoje. Perdeu de 2 x 0 para o Botafogo e não vai disputar a final do campeonato carioca. Acho que a estrela de Renato Gaúcho vai se apagar breve, breve.

Uma tricolor vermelha de raiva.

Agh... e o cheiro de gordura que está emanando do restaurante da família Palludo (na Miguel de Frias) faz meu estômago revirar. Não sei se usam óleo vagabundo ou o usam várias vezes. Só sei que não dá nem para ficar em casa tranqüila, muito menos passar em frente do dito cujo. Não entro lá nem à força. E olha que é super freqüentado... não dá pra entender. Especialmente hoje tá que tá... vou tentar dormir.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

SER FORTE
Carmo Vasconcelos

Ser forte é lutar constantemente
suportar da vida as investidas
rir das mágoas descaradamente
e chorar, chorar às escondidas

Ser forte é saber transmitir paz
quando uma batalha ruge em nós
ser a companhia que apraz
e na solidão não ouvir voz

Ser forte é usar uma armadura
feita de altivez e grande porte
confortar a todos na amargura
e não ter de volta a mesma sorte

Ser forte é calar no peito os gritos
inventar faróis em noite escura
serenar os corações aflitos
sem haver quem cale a nossa agrura

Ser forte é talvez grande fraqueza
posta a resistir por cobardia
no receio de virar a mesa
e ter de enfrentar um novo dia

Ser forte é também fragilidade
medo fundo de alterar a história
omitindo nossa identidade
e ofertando aos fracos a vitória

***
Lisboa/Portugal/1997
Hoje acordei cedo, meio tristinha. Lendo um e-mail de minha amiga tricolor, a Fatima, achei uma gracinha esta gif e resolvi colocar aqui. Só que ela perdeu o movimento que havia no e-mail: o bonequinho de verde vinha e abraçava, com tanta força o de coral, que ele ficava roxo. Que pena!!!!


domingo, fevereiro 10, 2008

Mesmo os dois times com jogadores reservas, é sempre muuuuuiiiito bom ganhar do Flamengo.
E
foi 1...
foi 2...

foi 3...
foi 4....

x
contra 1 do Flamengo

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

MICHELLE TAMEIRÃO

Tive um imenso prazer em conhecer a amiga de meu filho, Michelle. Moça com uma altura linda (1,82m), queria ser jogadora de vôlei mas não pôde realizar o sonho. Simpática, com um sorriso lindo de morrer, educada e muito batalhadora.

ENCONTRO INFÂNCIA50 - BH-2008

Dizem que a propaganda é a alma do negócio. Esqueceram de dizer que a surpresa dá um tempero maravilhoso.

A minha ida a Belo Horizonte só foi decidida no dia 26 de janeiro. A intenção era pegar todo mundo de surpresa. Mas, aí, vem a Teca me dizer, em PVT, que havia esquecido de enviar meu presente (gravuras), e o faria após sua volta do encontro. Não achei justo ela gastar com postagem, quando poderia me entregar pessoalmente, e resolvi abrir o jogo com ela, pedindo que não contasse a ninguém. Adiantou? E mais uma – Margot – não teve a oportunidade de ter a surpresa que tiveram Janda, Juçara e, principalmente, Gegena e Beré.

Graças a um amigo, a quem fiz o favor de levar uma encomenda, fiquei sabendo de que existia um serviço de ônibus (Conexão Aeroporto) que me levou ao centro, onde peguei um táxi até o hotel, onde iria aguardar a galera de Juiz de Fora, que já estava nas compras. Nem foi preciso. Durante o check-in, me aparece a Teça e foi aquele abraço. Logo depois, vindos da garagem, o resto da galera. Bom rever amigos queridos como Margot e José Roberto, e conhecer o casal Marcus/Teca, filha Juliana (linda, linda, tímida, tímida) e o outro casal amigo deles, Maria Inês e José Márcio, também muito simpáticos.

Margot, eu, Teca, Maria Inês e Juliana

Aliás, quem quiser se hospedar em Belo Horizonte, não deixe de fazê-lo no Mercure Apartaments LifeCenter Flat, na Serra. Um **** excelente, em todos os sentidos. Moderníssimo, me fez sentir, em alguns momentos, uma pessoa obsoleta, sem experiência alguma em hotéis modernos (abertura de porta com cartão, controle de eletricidade do quarto com o mesmo cartão, chuveiro com controle de temperatura na própria torneira). O café da manhã não poderia ser melhor, tal a variedade oferecida.

Mal deu tempo de desfazer a mala. Fomos todos pra casa da Janda, que nos aguardava com seus salgadinhos. Na portaria, percebi alguém e vi que era a Juçara. Só que ela pensou que eu fosse a Leley... pooode?!?!

Subimos, e eu entrei, por último, no belo, confortável e bem-decorado apartamento da Janda, cantando “Singin’ in the Rain” (depois conto o motivo). Tive a impressão de que ela demorou um pouco a me reconhecer ...

Pensei que fôssemos encontrar lá, já nos esperando, a Gegena e a Beré, pois estávamos bastante atrasados. E até que foi melhor assim. Quando elas chegaram, fui eu que abri a porta, causando-lhes uma verdadeira surpresa.

Recebendo abraço da amiga Beré, feliz com minha presença no Encontro

Recebendo e abraçando a supresa Gegena.

Eca, Janda, Gegena, Beré, Juçara, Margot e eu.

Janda, Margot, Maria Inês e eu.

Juçara e Janda (BH), Teca e Margot (Juiz de Fora)

Juçara, Beré e Monia (filha da Juçara).


Tiramos muitas fotos, trocamos presentes e rimos muito com Janda e Antonio. Sinceramente, achei que fosse encontrar uma Janda mais desgastada. Todavia, encontrei uma mulher alta, firme e esbelta. Tinha, sim, muitas cocerinhas. Mas pra mim isso não é novidade, pois também, de vez em quando, provoco algumas feridinhas de tanto me espremer e coçar. Agora, aqui entre nós, e que ninguém nos ouça: para quem não pode fazer nada, devido a uma séria e comprovada doença do coração, a Janda pinta e borda. Tentando imitar os movimentos de uma amiga, que flexionava os joelhos até bem perto do chão, Janda deu um show de habilidade física, que nos deixou boquiabertos. Eu não faço tais movimentos nem a pau.

Quanto aos comes-e-bebes, os vinhos do Antonio voltaram a fazer sucesso, assim como os famosos salgadinhos que a Janda encomenda sempre. Mas a mistura de berinjela que a Juçara levou foi o must da noite. Deliciosa.

A pasta de berinjela que a Ju levou.

Salgadinhos famosos da Janda.

Sobremesa que a Beré levou... hummmm.

Levei um cachorrinho de pelúcia, vestido como o personagem do filme “Cantando na Chuva”: com direito à bengala e capa de chuva vermelha. Bastava apertar-lhe a patinha que ele cantava e dançava ao ritmo da famosa música, mexendo o pezinho.

A simpática e sorridente Juçara foi acompanhada da simpática Monia, sua filha. E ai de mim se a fotografasse com seus óculos: era trabalho dobrado.

Troca de presentes:

- Teça: móbiles de enfeites

- Margot: toucas de vovós e chocolate para Anna Eliza

- Beré: flores em crochê

- Anna Eliza (só pra a anfitriã): descanso de copo com ímã.

- Janda: agendas, agulhas, joguinho de linhas e botões, pratinho, cesta de palha, mini-cachecol.

Na manhã seguinte, fomos visitar a famosa feira de Belô. Foi percorrida de cabo a rabo.

O almoço no Minas II, debaixo de um toró, foi sugerido e devidamente reservado por nossa Janda. Comida excelente. Além da belíssima vista, o local é muito agradável. O buffet self-service estava verdadeiramente divino. Pena que o cansaço tomou conta de nossa amiga Janda, que não pôde comparecer, resguardando-se para o período da noite, quando fomos visitar a D. Mary, mãe da Gegena e Beré.

Beré, Gegena e eu.

Com Margot e José Roberto (amigos muito queridos).

Detalhe: ZR esteve em coma induzida no ano passado e está aí, cheio de vida.

A vista maravilhosa que se tem a partir do salão-restaurante do Minas II.

Lá na Rua Joanésia, fomos também muito bem recebidos pela D. Mary e filhas e conhecemos, finalmente, a gracinha que é a Adriana, neta da Juçara. Com apenas 2,8 anos, já dá um banho de inteligência e desenvoltura. Além disso, pudemos comprovar porque a Juçara gosta tanto do Jamil: uma simpatia de pessoa, com uma paciência e dedicação à neta de impressionar.

A Paulinha nos brindou com uma canção no violão e o Jamil mostrou seus dotes de pianista.

Na segunda-feira a galera de Juiz de Fora debandou e eu permaneci mais um dia. À noite, um pequeno encontro numa maravilhosa churrascaria: Olegário. Ai... que pizzas!!!!

Tudo de bom pra terminar nosso encontro.

Valeu, Gegena, Beré, Janda, Juçara, Teça, Margot (e respectivos maridos).


sábado, fevereiro 02, 2008

Finalmente, conseguimos fechar, definitivamente, a venda do imóvel da mama. Ontem fui assinar o contrato de promessa de compra e venda. Asssinei, também, como procuradora do PH (meu irmão). Tudo muito corrido e confuso. Afe... mas eu acho que me saí bem, apesar dos pesares. Quem não gostou muito de ser avisada em cima da hora foi a locadora da garagem. Mas ela já sabia que o apartamento estava pra ser vendido. Tinha mais é que correr atrás de outra vaga logo, e não deixar tudo em cima da hora.

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Viajo hoje, pela TAM, pra Belo Horizonte, ao encontro da galera do Infância50. Como sempre, levo a casa toda comigo. Volto na terça-feira próxima. Não consegui Pampulha e vou mesmo pra Comfins.

Ficarei hospedada em hotel e sei que deixarei triste minhas amigas D. Mary, Gegena e Beré, que são sempre muito hospitaleiras. Mas, explicarei, por escrito, os motivos e sei que elas irão entender.